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Quinta do Côvo e Fábrica de Vidro, S. Roque

A Quinta do Côvo, localizada na freguesia de S. Roque, tem a forma de um polígono quase regular, sendo atravessada pelo rio Antuã e pela estrada que liga as cidades de Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra. Da casa primitiva pouco resta, devido às grandes alterações que sofreu ao longo dos tempos.

A casa constitui uma das mais importantes vivendas de província, verdadeira residência senhorial. O edifício para habitação, com 40 divisões, foi reedificado em 1850, e conjuntamente com a antiga fábrica de vidro, forma uma povoação. Possui uma capela privativa, dedicada a Nossa Senhora da Conceição mandada erigir em 1862. Em princípios do século XX, a laboração de vidro que ali existiu durante quatro séculos consecutivos foi definitivamente parada, dando-se novo destino às construções industriais, adaptando-as às explorações pecuária e agrícola.

Nesta quinta passou Eça de Queirós tempo suficiente para colher motivos para alguns dos seus livros como, por exemplo, "A Capital" e "A Ilustre Casa de Ramires".

Atualmente, a Quinta do Côvo dispõe de cerca de 500 hectares de área, 50 Km de caminho para passeios equestres, uma escola de equitação, um hotel para cavalos e para cães e um centro de criação de Labradores Retrievers.

Foi nesta Quinta que se instalou, no século XVI, uma das oficinas de vidro mais antigas do país, devido ao facto de aí haver todas as matérias-primas necessárias ao fabrico do vidro. A “Fábrica de Vidros do Côvo” funcionou durante 4 séculos, sendo a fábrica que teve maior período de laboração, tendo sido desmantelada na primeira metade do século XX.

Segundo a bibliografia, remontaria pelo menos a 1528 a data da concessão de privilégios para o fabrico do vidro a Pero Moreno Fernandes, por D. João III. A documentação refere que a fábrica teria tido dois fornos em funcionamento, em finais do séc. XVIII.

A realização de prospeções geofísicas permitiu identificar um conjunto de anomalias no solo que podem corresponder a estruturas enterradas, associadas ao funcionamento da fábrica. A isso junta-se uma base de um engenho de moagem que terá servido para fazer a britagem do quartzo, do casco de vidro e dos fundentes utilizados no fabrico do vidro.

A Quinta do Côvo é propriedade privada, podendo no entanto ser visitada por marcação.

Informações úteis
Quinta do Côvo, 3720-149 Oliveira de Azeméis
GPS: 40º51’06.57”N | 8º27’32.25”W
Tel: (+351) 256 602 140 | Tlm: (+351) 966 034 847
E-mail: [email protected]

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