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Galeria Tomás Costa

Oliveira de Azeméis

Inaugurada em Novembro de 2008, a Galeria Municipal Tomás Costa  tem por missão a divulgação, a promoção, a criação e a valorização da arte moderna e contemporânea nos seus diferentes domínios: pintura, escultura, design, fotografia e outras expressões das artes plásticas. 

Outra das missões da galeria é a valorização e o enriquecimento da coleção municipal de arte através da aquisição, depósito ou doação de obras que nela tenham sido expostas. 

Concebida e tutelada pela autarquia de Oliveira de Azeméis a Galeria Municipal Tomás Costa quer-se manter como um equipamento de referência regional e nacional, afirmando-se igualmente no circuito artístico da arte moderna e contemporânea portuguesa.

Na abertura do espaço, a galeria Tomás Costa acolheu uma exposição retrospetiva da vida e obra deste escultor oliveirense nascido em 1860 na freguesia de Santiago de Riba Ul. Desde então tem assegurado uma programação regular acolhendo exposições de pintura, escultura, fotografia e documentais, entre outras.

O patrono 

Tomás Costa nasceu em Santiago de Riba Ul a 25 de Fevereiro de 1860. Aos 7 anos de idade deu entrada no colégio de órfãos do Porto onde se manteve até completar 14 anos. 

Nessa data, como tantos jovens da sua geração embarcou para o Brasil, com o objetivo de ali desenvolver uma carreira na atividade comercial. Porém, dois anos mais tarde, em 1876, regressou a Portugal. Em 1880, ao completar 20 anos, a sua vida começa a aproximar-se do mundo artístico. 

Profissionalmente, consegue um lugar de desenhador na Repartição Distrital de Obras Públicas do Porto. Mas o facto mais significativo que marca essa data é a sua inscrição como sócio efetivo do Centro Artístico Portuense que o levará ao convívio com Soares dos Reis e Marques Oliveira. 

A sua aptidão artística foi rapidamente notada e, no ano seguinte, matriculou-se no curso de Escultura da Academia Portuense de Belas Artes. 

A sua capacidade foi reconhecida pelo júri da Academia que lhe atribuiu, 1885, o primeiro prémio de um concurso para concessão de uma bolsa de estudo para estudo e aperfeiçoamento na disciplina de escultura, em Paris, após a conclusão da licenciatura em Belas Artes.

Em Paris, o reconhecimento das suas capacidades chegou rapidamente. Logo no ano de 1887 a sua escultura "Dançarino" foi admitida no Salon de Paris e na Exposição Universal da 1889 galardoada com uma medalha.

A consagração em território nacional chegou, em 1894, com a escolha da sua proposta "Invicta" no concurso para a conceção de uma estátua que homenageasse o 4 centenário do Infante D. Henrique.

A sua proposta selecionada entre os mais reputados escultores nacionais da época, valeu-lhe a atribuição da Comenda da Ordem de S. Tiago. A obra inaugurada em 1900 é ainda hoje uma das referências incontornáveis do seu trabalho.

Na sequência desse sucesso apresentou um projeto para a estátua do Marechal de Saldanha, que viria a ser inaugurada em 1904.

Terá sido essa notoriedade que levou a Rainha D. Amélia a selecioná-lo para a execução de um busto.

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