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A aldeia que aprendeu a cuidar de si própria

Oliveira de Azeméis

A Associação Tradições Vilarinho de São Luís, está sediada na escola da aldeia homónima da freguesia de Palmaz e, atualmente, conta com cerca de 90 sócios, 15 membros da direção e uma presidente dedicada, a Professora Almerinda.

Desde a sua criação em 2011, que são adquiridos fundos através das quotas, benevolência, convívios e passeios que são, igualmente, uma forma de confraternizar com toda a gente, quer familiares que vêm visitar os seus entes queridos, quer os próprios habitantes, que, de outra forma, estariam bastante isolados.

Realizam, em dezembro, a matança do porco e mais tarde a rejoada. Posteriormente são confecionadas as chouriças, que fazem muito sucesso, é também comemorado o magusto e realizam-se, frequentemente, sardinhadas.

Para além disso, participam em eventos fora de Vilarinho, como na festa das colectividades e no desfile de carnaval da freguesia. Tal só é possível devido à enorme aderência e disponibilidade da população, que participa em todas as iniciativas. A Professora Almerinda afirmou, inclusive, que em relação a trabalhar e ajudar “isso não é preciso a gente dizer”.

Esta vila é constituída por uma pequena população idosa, com menos de 50 habitantes, visto que algumas das casas existentes são residências temporárias e que os mais jovens preferem ir para uma zona com maior acessibilidade.

Os residentes que ainda trabalham têm de se deslocar para Albergaria-a-Velha, Oliveira de Azeméis ou Sever do Vouga e as mulheres mais velhas, que trabalham a dia, fazem-no, frequentemente, fora do concelho. É ainda importante ressaltar a principal atividade de Vilarinho de São Luís, a agricultura de subsistência, que apesar dos esforços dão poucos rendimentos devido aos incêndios e adversidades climáticas.

As tradições fortemente ligadas a esta atividade, demonstram um caráter muito comunitário. A título de exemplo, na altura das vindimas, o costume é a população começar a vindimar numa casa e seguir até à última. Em adição, as práticas de roçar o mato, ceifar, semear batatas, desfolhadas eram, igualmente, feitas em conjunto por todos os habitantes.

Esta população destaca-se pela sua capacidade em colmatar as adversidades através da sua união, “nós empenhamo-nos”. Procuram soluções para os seus problemas, como aconteceu com o pagamento do desenho da estrada, a aquisição dos terrenos para a construção da escola e de tanques, assim como a mobilização de meios para ser feita a distribuição da rede pública de água nas casas, “a população pôs os pés a caminho e começou a abrir o rego e comprou a canalização”, afirmou Almerinda. O depósito da mesma ainda contou com a colaboração dos residentes, embora com uma ajuda da câmara, e para as obras de requalificação da associação, apesar de terem obtido, posteriormente, ajuda da junta, foi a população que se moveu e iniciou o projeto.

A Professora promove o turismo rural desta aldeia, garantindo muita tranquilidade, um percurso de espigueiros, a confraternidade da associação e o acolhimento dos habitantes.

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