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Nogueira do Cravo

Nogueira do Cravo tem como primeira referência escrita um documento datado de 1049, embora o primeiro povoamento remonte a épocas muito mais antigas, como o prova, por exemplo, a terminologia usada na partilha da água de regadio.

Como refere o abade João Domingos Arede "encontram-se aqui vestígios de dominação romana, cujo único relógio natural era o sol e que dividiam o dia em quatro partes, a que chamavam prima, terça, sexta e nona. No sol-posto e na meia-noite, encontram-se referências à cruz do dinheiro, indicativo de um povo cristão, que se supõe terem sido os godos."

Há referências a Nogueira do Cravo na avaliação dos rendimentos das igrejas e mosteiros do País, ordenado por D. Dinis na sequência da Bula dada em Avinhão, a 23 de Maio de 1320, pelo Papa João XXII pela qual lhe concedeu, por três anos, para subsídio de guerra contra os mouros, a décima parte das rendas eclesiásticas do Reino, com excepção dos pertencentes à Ordem do Hospital.

Surgem referências também nas Inquirições Afonsinas na defesa do seu prestígio e do património que via diminuído.

Por volta do século XV, tornou-se propriedade dos Coutinhos, Condes de Marialva, tendo assim iniciado o padroado laical desta freguesia.

Em 1876, a Estatística Paroquial indica que a paróquia é da apresentação dos Duques de Lafões, tendo este direito sido definitivamente extinto pela Lei da Separação de 1911, na sequência da Implantação da República.

Nogueira do Cravo pertenceu ao termo e condado da Feira até 1799, transitando depois para o Município de Oliveira de Azeméis.

De salientar que foi nesta localidade que nasceu o poeta Manuel Godinho, autor de "Luar entre as Palmeiras".

Relativamente ao seu património, Nogueira do Cravo conta com a Igreja Matriz, do século XVIII, as Capelas de Santo Antão e de Nossa Senhora dos Prazeres, os Arcos, a Fonte e os Moínhos do Vale de D. Pedro, as Casas de Martins Portugal e do Lima.

A Capela de Nossa Senhora dos Prazeres representa uma fundação do tipo morgadio capela, instituído pelo abade Miguel Valente. Trata-se de uma pequena preciosidade arquitectónica, pela raridade com que exemplares do mesmo tipo se encontram ainda nesta zona.

Em relação à economia da freguesia, Nogueira do Cravo teve outrora diversas actividades de grande impacto, nomeadamente os barros (jarros, panelas, pratos, copos e barros artísticos), que são referidos na lista dos jurados, fornecidas pelas Inquirições de 1288 às Terras de Santa Maria, onde figuram forneiros e barreiros em Nogueira do Cravo.

O desenvolvimento industrial desta vila terá sido fruto da exploração das Minas do Pintor, uma unidade industrial importante para a região e para o próprio Município, como já foi mencionado anteriormente.

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