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Centro Urbano de Oliveira de Azeméis

Oliveira de Azeméis
Vista aérea da Rua Pedonal - Centro Urbano

Evocando essa memória, foi colocado, aquando da reabilitação do Largo de S. Miguel, o miliário de Adães/Ul no espaço fronteiro à igreja matriz, embora se encontre fora do seu contexto original.

A capela do mártir S. Sebastião construída em 1745 foi demolida para a abertura da Rua Manuel de Arriaga. No entanto, fotografias antigas associam o espaço da capela ao atualmente ocupado pela ourivesaria Guedes. Pode ter-se tratado de uma demolição parcial.

Durante a demolição de um edifício na esquina entre a Rua António Alegria e a Travessa António José de Almeida, ficaram à vista elementos estruturais da antiga capela das Pintas. Ao ser retirado o piso foram detetados dois túmulos, sem esqueletos, cujas tampas, sem epígrafes foram depositadas na Casa Museu Regional de Oliveira de Azeméis. Esta capela era particular e estava dedicada à Srª do Amparo. Pertencia à família Rodrigo Pinto da Silva, de Macieira de Sarnes, que a construiu em 1710.

Em 1909 o conde de CampoBelo comprou o retábulo e imagens da capela, tendo-as levado para a sua casa em Macieira de Sarnes.

Perdida a função inicial serviu de templo à comunidade protestante e mais tarde foi transformada em loja de eletrodomésticos. Os anais confirmam a data de criação da capela. Frei António de Távora refere a existência de uma capela da Sr.ª do Amparo e de uma casa de recolha de doentes junto ao cruzeiro na rua principal. Parece tratar-se do cruzeiro demolido junto à Câmara.

O inquérito de 1758, confirma estas indicações revelando que o hospital estava vinculado a um morgado, instituído pelo capitão António Amorim, funcionava na casa contígua à capela e existia em 1641, data em que é referenciado numa visitação.

A construção da igreja matriz é anterior a 1702, de acordo com uma inscrição na base de uma cruz no adro da igreja. No entanto, não se sabe com rigor a data da construção. Há notícia de obras por volta de 1865. Segundo os anais a atual igreja foi construída sobre uma outra que existia no mesmo local e a cruz referida no Correio de Azeméis seria ainda do tempo do edifício anterior. A atual seria assim do primeiro quartel do século XVIII.

Os seus alicerces assentam em estacaria de pinho devido à instabilidade do terreno. Em 1882, a Junta de Paróquia de Oliveira decidiu retirar as campas e jazigos que existiam o adro da igreja, para o novo cemitério. A mala-posta foi estabelecida em 1858 na antiga casa dos Sequeira Monterroso e aí funcionou até 1863.

Nessa altura a construção da linha do Norte implicou o seu fecho.

O espaço do atual jardim público foi alvo de um conjunto de mudanças para melhor integração no espaço urbano durante o século XIX, com a transformação do pelourinho em chafariz em 1818 e posterior mudança de implantação em 1861, depois do alargamento da praça. Também ali esteve instalada a escola primária e já no final do século foi construído um matadouro e dois talhos junto ao edifício da farmácia.

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