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Ti Joaquim Ferrador, mais de 50 anos no ofício

Oliveira de Azeméis

Joaquim Oliveira Coelho, “Ti Joaquim Ferrador” para a população de Loureiro, natural desta freguesia, herdou a profissão do seu pai e também do seu avô, ofício que exerceu até perto dos 75 anos de vida.

Tirou a carta de condução com 23 anos e foi aí que que se estabilizou na arte, que complementou, tirando também um curso de capador. Teve uma oficina em Loureiro, mas percorria muitos quilómetros para ferrar e capar animais, porque “havia muito trabalho em Loureiro, todas as famílias tinham lavouras e animais”.

Não precisava de livro de registos, porque sabia de cor, pelo nome, as moradas dos clientes que o chamavam, e também conhecia os animais e as suas características, percorrendo muitas terras vizinhas, Santo Amaro, Santiais, Avanca, Válega, Couto, Santiago de Riba-Ul e até São João da Madeira.

Explica que o ofício era exigente, porque o ferrador tinha que fabricar as ferraduras à medida de cada animal para evitar que as mesmas pudessem magoar. Também teve que ter muito cuidado para evitar acidentes, porque havia animais «manhosos» e com muita força, que não facilitavam o trabalho.

Ferrou muitos cavalos utilizados no «Salto do Rego», que nas palavras de Joaquim Coelho “é uma tradição que tem mais de cem anos, vem do princípio do mundo, dos tempos em que na segunda-feira de Páscoa se fazia o arraial na zona da Alumieira, lugar que era bravio e atravessado por uma vala de água, usada para o regadio dos campos.”

À feira, chegavam todos os anos os «pardilhoeiros», os jovens de Pardilhó, com pequenos burros e mulas, para vender. Com o intuito de mostrar aos compradores que os animais eram bons, galopavam e obrigavam os cavalos a saltar o rego de água, que era uma forma de provar que tinham força nas pernas.”

Hoje a tradição ainda se mantém, mas consiste numa corrida de cavalos, com concorrentes, eliminatórias, finais e prémios. Segundo Joaquim Coelho, “ainda vem gente de todo o lado para assistir, porque é um espetáculo único de se ver.”

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